A pergunta de um milhão de dólares

O mundo mudou. Não aprendemos da mesma forma que aprendíamos antes, não ouvimos mais música em LPs, fita cassete, CDs, não assistimos mais televisão como nossos pais, não pesquisamos usando a Barsa ou outra enciclopédia física, não esperamos até o jornal da noite para saber em primeira mão das notícias que movimentaram o dia. Temos pressa, temos voz, temos atenção difusa, estamos conectados. Como uma empresa antenada e aberta à inovação, a VLI se pergunta: já que o mundo mudou, por que não avançar também na forma de recrutar nossos talentos?

Com a certeza de que não são as respostas que movem o mundo, mas sim as perguntas, a equipe de Recursos Humanos da companhia decidiu encarar de frente essa questão tão valiosa e dar mais um passo definitivo em direção ao futuro. Para tanto, conta com um parceiro de peso, a Gupy, a primeira startup a lançar mão da Inteligência Artificial para Recrutamento e Seleção no Brasil.

Inteligência artificial? Temos!

A Gupy nasceu em 2015 com objetivo de ser a grande parceira das empresas para digitalizar (por que não dizer, revolucionar!) o processo de recrutamento e seleção. O sistema utiliza recursos de Inteligência Artificial para analisar e ranquear os candidatos de acordo com a compatibilidade e potencial de cada um, avaliando, claro, o perfil e o padrão de recrutamento da empresa. Em breve, a VLI terá ao seu alcance as tecnologias mais modernas, como inteligência artificial, machine learning e testes online. Tudo para alcançar nível altíssimo de assertividade na contratação de talentos. “Além disso, a ferramenta empodera o RH para construir processos seletivos mais eficientes, precisos e com experiências diferenciadas para os candidatos”, revela Simone Lima, líder da área de Sucesso do Cliente da Gupy.

Os próximos melhores amigos dos recrutadores

A tecnologia da Gupy conta com recursos de inteligência artificial, machine learning, mas máquinas são capazes de aprender? Sim! De acordo com Simone, os robôs que integram o sistema são projetados para entender o padrão de contratação da empresa, mostrando com prioridade os candidatos mais alinhados às vagas. A ideia é facilitar o trabalho dos analistas de recrutamento, jamais de substituí-los. “O sistema será um grande aliado dos analistas, que darão as diretrizes para o recrutamento e farão a seleção final, a partir do filtro gerado com os melhores currículos”, explica.

Para a Supervisora de Recrutamento e Seleção da VLI, Luciana Oliveira, as expectativas são as melhores possíveis.

 “Com o sistema, a equipe de Recrutamento e Seleção, terá condições de atender as demandas de forma mais ágil e assertiva, se dedicar a atividades mais estratégicas, desempenhando um papel mais consultivo”, acredita. Segundo ela, o momento é de construção de novos paradigmas. “ Para nos apoiar nas transformações necessárias para o processo precisávamos de um parceiro de peso, capaz de nos fazer repensar essa atividade tão estratégica para a companhia que é o mapeamento e contratação de talentos. Afinal, são esses talentos que nos levarão a cumprir nossa missão de transformar a logística do país. Estamos muito confiantes!”, revela.